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Estados da Sadc analisam em Maputo imigração ilegal e refugiados na região

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Armando Guebuza, presidente em exercício da SADC AFP

Ministros do trabalho e do interior dos países da região da Sadc estiveram reunidos em Maputo no quadro da harmonização da legislação laboral, políticas de imigração e gestão de fluxos migratórios irregulares.


Segundo a ministra moçambicana do trabalho, Helena Taíbe, "há necessidade dos estados membros da SADC, negociarem acordos de trabalho bilaterais e que façam uma revisão e avaliação das políticas de legislação e acordos existentes como são os casos do Protocolo de cooperação da SADC, sobre a circulação de pessoas e a Carta Social sobre os direitos fundamentais dos trabalhadores."

 

 

Durante a reunião na capital moçambicana, ficou ainda claro que a organização sub-regional deve dar apoio a Moçambique e a África do sul, os dois países membros da Sadc, que mais recebem trabalhadores legais e ilegais nos seus respectivos territórios.

 

 

Para Bernardo Mariano, representante regional da OIM, organização internacional das Migrações para a África austral, "quem sai a ganhar com tudo isso são as redes de imigração ilegal, porque cada pessoa em situação irregular custa entre dois a quatro mi dólares por pessoa da Etiópia, para a África do sul ou Moçambique".

 

 

De Maputo, o nosso correspondente, Orfeu Lisboa.

 

Orfeu Lisboa, correspondente em Maputo 13/07/2013 Ouvir