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Guiné-Bisssau alvo de reuniões internacionais em Nova Iorque

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Conselho de segurança da ONU REUTERS/Adrees Latif

Em Nova Iorque a situação na Guiné-Bissau é passada a pente fino numa reunião do Conselho de Segurança da ONU e do Grupo de contacto internacional para aquele país da África ocidental. A preparação da mesa redonda a ter lugar em Fevereiro de 2015 em Bruxelas é uma das tónicas dominantes.


O Grupo de contacto internacional para a Guiné-Bissau é co-presidido pela CPLP, Comunidade dos países de língua portuguesa, e pela CEDEAO, Comunidade económica dos Estados da África ocidental, respectivamente representadas por Timor Leste e pelo Gana.

Este órgão foi criado em 2006, à margem da 61a Assembleia Geral da ONU, trata-se de uma plataforma visando coordenar e harmonizar a intervenção dos parceiros da Guiné-Bissau, por forma a garantir-se a estabilidade política e o desenvolvimento económico do país.

Trata-se já da décima reunião desta estrutura à qual assiste também o antigo presidente são-tomense Miguel Trovoada, representante do secretário-geral da Organização das Nações Unidas em Bissau.

E isto numa altura em que o país lusófono já conta plenamente com instituições democráticas, nomeadamente um novo chefe de Estado, José Mário Vaz, empossaado em Junho, e um novo executivo, investido em Julho último, sob a batuta de Domingos Simões Pereira.

Mais de dois anos volvidos após o último de uma longa série de golpes de Estado, em Abril de 2012, a Guiné-Bissau normalizava, desta feita, as suas instituições como pediam os seus parceiros internacionais, caso da CPLP.

O diplomata moçambicano Isaac Murade Murargy, secretário-executivo da organização lusófona, é um dos presentes em Nova Iorque. Em entrevista a Liliana Henriques ele alega que o ambiente institucional é propício para a resolução dos problemas guineenses.

Isaac Murade Murargy, secretário-executivo da CPLP 18/11/2014 Ouvir