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Vice dos EUA chega ao Japão para discutir zona aérea imposta pela China

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O vice-presidente americano, Joe Biden, chega ao Japão, e é recepcionado pela embaixadora Caroline Kennedy. REUTERS/Issei Kato

O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, chegou nesta segunda-feira à noite em Tóquio para conversar com dirigentes japoneses a respeito das crescentes tensões com a China e sobre o acordo comercial Trans pacífico, em negociações. O Japão é a primeira etapa da turnê que inclui China e Coreia do Sul. A Marinha americana enviou à base de Okinawa aviões de patrulha e combate submarino.


Em Tóquio, Biden tem encontros marcados com o premiê Shinzo Abe e com o ministro das Finanças Taro Aso. O vice americano também vai se reunir com o príncipe herdeiro Naruhito.

Abe declarou que vai evocar com Biden a criação, no último dia 23, pela China, de uma zona de identificação aérea, cobrindo grande parte do mar da China oriental, entre a Coreia do Sul e Taiwan, incluindo o arquipélago de Senkaku, sob administração japonesa, mas disputada por Pequim sob o nome de Diaoyu. A Defesa chinesa passou a exigir com antecedência planos de voo precisos e identificação, sob pena de intervenção armada.

Um oficial americano indicou que Biden vai aproveitar a visita à China para indicar as inquietações dos Estados Unidos a respeito dessa zona de identificação aérea e pedir “esclarecimentos”.

Na última semana, Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos sobrevoaram a área sem obedecer às novas diretivas chinesas, a fim de mostrar que não reconheciam essas zonas, fazendo com que Pequim enviasse caças à região.

P-8 Poseidon

A marinha americana enviou à base de Okinawa, no Japão, seu mais novo modelo de avião de patrulha e combate submarino, o P-8 Poseidon. Outros quatro aparelhos suplementares devem ser enviados à região nos próximos dias.