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Argentina Nova York Atentado Terrorismo

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Em Nova York, Macri homenageará argentinos mortos em atentado

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Quatro argentinos que sobreviveram à tragédia fizeram um apelo pela paz, no consulado da Argentina em Nova York. REUTERS/Shannon Stapleton

O presidente argentino, Mauricio Macri, prestará uma homenagem na segunda-feira (6) em Nova York aos cinco argentinos vítimas do atentado em Manhattan. No total, oito pessoas morreram no ataque, ocorrido na terça-feira (31).


A visita de Macri aos Estados Unidos já estava programada na agenda oficial antes do crime, e tem o objetivo de buscar investimentos, informou neste sábado (4) o governo. Porém, depois do drama, que abalou o país, o presidente vai participar de uma homenagem na segunda-feira à tarde, na ciclovia no sul de Manhattan onde aconteceu o atentado.

Cinco argentinos, naturais da cidade de Rosario, morreram atropelados por uma caminhonete quando passeavam de bicicleta por Nova York. Eles estavam na cidade para uma viagem de 10 amigos em comemoração os 30 anos de formatura no ensino médio. Outro argentino do grupo é um dos 12 feridos no ataque e continua hospitalizado. Os outros quatro rosarinos escaparam ilesos, mas foram testemunhas diretas da tragédia.

Apelo de paz

Em uma carta lida na sexta-feira no consulado argentino em Nova York, os quatro sobreviventes expressaram sua dor e incompreensão com o ocorrido e terminaram com um apelo. "Queremos fazer um pedido: que o amor vença o ódio, que a vida se imponha à morte". Os sobreviventes devem retornar no domingo para Buenos Aires.

Durante a viagem de dois dias, Macri se encontrará com empresários "interessados em ampliar ou fazer novos investimentos" no país, destacou um comunicado oficial. Ele viajará no domingo à noite com a esposa, Juliana Awada, e uma comitiva.

O autor do atentado, Sayfullo Saipov, de 29 anos, é um imigrante procedente de Uzbequistão. Ele foi preso e acusado de terrorismo.

Com informações da AFP