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Rio Paraná navegação fluvial Itaipu

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Empresa francesa vai estudar navegabilidade do rio Paraná

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A Usina Hidrelétrica de Itaipu, binacional, localizada no Rio Paraná, na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. Wikipédia

A empresa francesa Compagnie Nationale du Rhône (CNR), que concebeu as eclusas para o Canal do Panamá, anunciou a assinatura de um protocolo de estudo para permitir a navegação no rio Paraná, impedida pela barragem de Itaipu na fronteira entre Brasil e Paraguai.


O protocolo prevê ações em termos de engenharia e reforço das capacidades no projeto de eclusas, bem como a futura conclusão das obras de navegação, informou a empresa francesa em um comunicado.

O acordo foi assinado entre Elisabeth Ayrault, presidente da CNR, e James Spalding, gerente-geral paraguaio da Itaipu Binacional.

A barragem e a central hidrelétrica de Itaipu foram construídas por Brasil e Paraguai entre 1975 e 1982. A represa constitui um obstáculo para a via navegável do Paraná (quase 4.000 km) e seus afluentes, o que poderia ser contornado por meio de um canal de navegação e um sistema de eclusas.

Especializada em engenharia hidroelétrica e fluvial, a CNR realizou, entre outros, estudos sobre a concepção das eclusas do Canal do Panamá e a gestão sustentável do curso principal do Mekong (Laos, Camboja, Vietnã, Tailândia).