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Economia Brasil América Latina

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ONU revisa em alta previsão de crescimento da economia brasileira em 2018

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Símbolo da CEPAL, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, da ONU.

A economia brasileira vai crescer 2,2% este ano, seguindo a média dos países latinos, segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), que manteve seu prognóstico de "recuperação moderada" para 2018, embora tenha piorado a previsão da Venezuela e melhorado a do Brasil. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (11).


Em um comunicado de imprensa, o organismo técnico das Nações Unidas atualizou os dados de expansão divulgados em dezembro, confirmando a expansão de 2,2% do PIB regional, mas alterando levemente o crescimento de 2017, de 1,3% para 1,2%.

A América do Sul vai crescer em média 2% (frente ao 0,8% de 2017), como resultado do maior dinamismo de Brasil, que crescerá 2,2%, ligeiramente acima do estimado em dezembro (2%).

Situação venezuelana piora

Para a Venezuela, que enfrenta uma grave crise política e econômica, a Cepal ampliou a previsão de queda do PIB para este ano, de -5,5% para -8,5%.

Segundo o organismo, durante 2018 "o maior dinamismo da demanda externa levaria estímulos à atividade econômica da América Latina e do Caribe", junto a uma alta esperada da demanda interna.

Espera-se ainda "um maior aporte do investimento em comparação com o que houve em anos anteriores, enquanto o consumo privado continuará sendo um motor relevante da demanda interna".

Panamá: 5,6%

Vários países que vinham crescendo com taxas moderadas vão registrar, em 2018, uma aceleração, como Chile (3,3%), Colômbia (2,6%) e Peru (3,5%).

O Panamá vai registrar a maior taxa de expansão (5,6%). Já a Argentina crescerá 2,5%, abaixo dos 3% projetados em dezembro.