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“Como os modernistas, foi na França que descobri minha brasilidade”, diz artista Júlio Villani

Por Adriana Brandão

Júlio Villani é um artista brasileiro radicado em Paris, reconhecido pelo público e pela crítica. Neste momento, ele expõe a obra “On ne peut penser la clôture de ce qui n’a pas de fin” (Não se pode pensar na cerca do que não tem fim), na Abadia Cisterciense de Thoronet, no sul da França.

Júlio Villani nasceu em Marília, interior de São Paulo. Em 1982, aos 26 anos, ele chegou a capital francesa para estudar na prestigiosa Escola Nacional de Belas Artes e acabou ficando na cidade, onde desenvolve sua arte, inspirada tanto em referências brasileiras, como o modernismo, e europeias, como o dadaísmo.

2019 é um ano que começou movimentado e com boa visibilidade para o artista. Depois de uma primeira exposição individual na galeria RX de Paris, nos meses de março e abril, ele participa, desde 24 de mai,o da exposição coletiva “... Et l’obscur” ( … E o obscuro), na Abadia de Thoronet, na Provence.

O belo prédio do século 12 é usado pelo Palais de Tokyo como espaço para exposições contemporâneas. Julio Villani participa da mostra ao lado de outros três artistas: o britânico Oliver Beer e os franceses Marc Couturier e Jean-Marc Ferrari. Cada um deles ocupa uma sala do mosteiro. Ao brasileiro coube o dormitório. Para este espaço artista brasileiro criou um enorme manto bordado, de 24 metros de comprimento e oito de largura, transparente, e fixado no teto.

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