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Sequestro Rio Brasil

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Mídia francesa destaca sequestro de ônibus no Rio que terminou com morte de agressor

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Passageiros de um ônibus foram feitos de refém na manhã desta terça-feira (20), na Ponte Rio-Niterói. REUTERS/Ricardo Moraes

Sites franceses repercutem o sequestro de um ônibus com 31 passageiros na ponte Rio-Niterói nesta terça-feira (20). Depois de cerca de quatro horas mantendo reféns, um homem foi atingido por disparos de atiradores de elite e morreu no hospital.


De acordo com a polícia do Rio, a tomada de reféns começou às 5h30 desta terça-feira. O sequestrador foi identificado como Willian Augusto da Silva. Ele chegou a libertar seis reféns durante a negociação com os policiais.

O site da rádio francesa RTL destacou que o agressor tinha uma arma e garrafas de gasolina, ameaçando atear fogo no ônibus. Após atingir o sequestrador, os policiais constataram que sua arma era de brinquedo, reitera a matéria.

"Os policiais acreditam que o ato foi premeditado", sublinha o site da TV LCI. O agressor teria se identificado como "um membro da polícia militar" e ameçava a vida dos passageiros, completa.

Já o site 20 Minutes afirma que, até o momento, as motivações do sequestrador são desconhecidas. Segundo os passageiros, ele teria dito que sofria de depressão. A morte do homem "provocou aplausos na multidão de curiosos que assistia à cena", publica.

Para o site francês do Huffington Post, o homem sofria de problemas psicológicos. "No ônibus ele não chegou a fazer nenhum pedido claro aos policiais", afirma.

O site do jornal Ouest France publicou a declaração do coronel Mauro Fliess. Segundo ele, "foi necessário atirar" contra o agressor.

Casos traumáticos de sequestros de ônibus

O Rio de Janeiro já viveu casos traumáticos de tomada de reféns em ônibus. Em agosto de 2011, três pessoas foram feridas no centro da capital fluminense.

Em junho de 2000, um refém foi morto e o agressor morreu após ser capturado pelas autoridades no caso que ficou conhecido como "O Sequestro do Ônibus 174", que virou filme dirigido por José Padilha.