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Concurso Crise Eurovision Festival Música

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Festival Eurovisão traz crise grega e homenagem ao casamento gay para o palco

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Candidatos gregos do Eurovisão 2013. REUTERS/Jessica Gow/Scanpix Sweden (

Considerado brega por muitos, mas cultuado por milhões de fãs em toda Europa, a final do festival de música Eurovisão acontece amanhã em Malmo na Suécia. Ao todo, 26 países finalistas concorrem ao título. Entre eles, a França, a Grécia e a Espanha.  


O concurso criado para festejar a diversidade cultural europeia vai trazer para o palco amanhã músicas que abordam problemas atuais do continente. A Grécia, por exemplo, traz uma crítica bem-humorada à crise que afunda a economia do país. Com a música "Alcohol Is Free" (álcool é grátis, em português), a dupla Koza Mostra e Agathon Iakovidis tenta levar o primeiro lugar. Ironicamente, justamente por causa das políticas de austeridade no país, a Grécia quase não pôde enviar nenhum representante à Suécia. A participação dos gregos, geralmente financiada pala televisão pública, foi possível graças a um canal privado.

A candidata finlandesa, Krista Siegfrids, pretende causar polêmica com seu hino ao casamento gay "Marry Me”. Na semi-final da competição, ela protagonizou um beijo com uma das duas bailarinas e promete repetir a performance ao vivo neste sábado.

 Mas, como é característico no concurso, os candidatos extravagantes também estarão presentes nesta final. A cantora da Ucrânia, Zlata Ognevich, faz parte de seu número nos braços Igor Vovkovynskiy, o maior homem do mundo que mede 2,34 m.

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

 Pelo Reino Unido, a estrela dos anos 80 com o hit  "Total eclypse of the heart", Bonnie Tyler, faz um comeback com a canção “Believe In Me". A música foi escrita por Desmond Child, conhecido por ter trabalhado Bon Jovi, Shakira e Aerosmith.

 

 Apesar do forte apelo kitsch, o Eurovisão já lançou estrelas da música pop mundial como Abba, vencedor da edição de 1974, e Celine Dion. O vencedor é o responsável por organizar a edição do ano seguinte. Neste ano, a Suécia investiu  125 milhões de euros (R$ 324 milhões). No ano passado, o Azerbaijão gastou 780 milhões de euros (R$ 2,2 bilhões) para sediar o evento.