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Luz e mistério coroam exposição dedicada a Vermeer no Louvre

Por Daniella Franco

O museu do Louvre exibe a partir desta semana, 70 telas de grandes artistas holandeses do século de ouro, entre eles, Rembrandt, Jan Steen, Jan Lievens, Frans van Mieris, Gerard Dou, Pieter de Hooch e, principalmente, Johannes Vermeer. Doze obras deste que também é conhecido como a “Esfinge de Delft” fazem parte da exposição intitulada "Vermeer e os Mestres da Pintura de Gênero", considerada como um dos eventos culturais mais importantes deste ano na França, que demorou cinco anos para ser organizada. Há 50 anos uma mostra das obras do pintor holandês não era realizada no país.

O domínio da técnica de luz e sombra não é apenas o que torna inquestionavelmente belas as cenas as ordinárias do cotidiano da Holanda do século XVII, assinadas por Johannes Vermeer. O pintor ainda agrega a suas obras enigmas que intrigam historiadores, artistas e admiradores há quase quatro séculos.

"É como se cada pintura dele tivesse uma descrição minuciosa da cena retratada. Além disso, ao contrário de outros grandes pintores do mesmo período fora da Holanda, que se dedicam a pintar grandes batalhas, ou a vida de monarcas importantes, Vermeer vai pintar cenas interiores, a intimidade de pessoas desconhecidas, que não pertencem à aristocracia, o que chamamos de pintura de gênero", explica Felipe Martinez, professor de história da arte do Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo.

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