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Festival Varilux leva diversidade do cinema francês para mais de 50 cidades brasileiras

Por Silvano Mendes

 Começou nesta quarta-feira (7), em 56 cidades brasileiras, o Festival Varilux de cinema francês. Durante duas semanas o público vai poder conferir as principais produções recentes do país europeu, por meio de uma seleção que mistura comédias, filmes de época, produções autorais e até clássicos da sétima arte.

“O cinema francês é assimilado a um cinema intelectual, com filmes mais ‘cabeça’ desde a Nouvelle Vague”, comenta Christian Boudier, diretor do Varilux. Mas a programação do festilva tenta mostrar que a indústria cinematográfica da França é bem mais diversa. Prova disso, serão apresentadas produções que vão do conceitual “Na Vertical”, de Alain Guiraudie, até o clássico “Rodin”, de Jacques Doillon, passando por comédias escrachadas, como “Uma agente muito louca”, de Dany Boon, ou “Tal mãe, tal filha”, de Noémie Saglio, com Juliette Binoche e Camille Cottin (que está no Brasil para esta oitava edição do festival).

Mas o diretor do festival frisa que apesar da diversidade, a seleção conta com apenas 19 filmes, para garantir a qualidade da mostra. “É como um cardápio reduzido, o que facilita a vida do espectador, pois ele sabe que o filme vai ser bom”, comenta.

Além disso, a programação este ano tem uma dimensão pedagógica, principalmente com a projeção do documentário “Amanhã”, de Cyril Dion e Mélanie Laurent. O filme, que já foi visto por mais de um milhão de pessoas, apresenta iniciativas cidadãs para um mundo melhor. O festival também projeta o clássico “Duas Garotas Românticas”, de Jacques Demy. A comédia musical, que inspirou o oscarizado “La La Land – Cantando Estações”, de Damien Chazelle, completa 50 anos em 2017.

Durante duas semanas serão realizadas projeções em capitais brasileiras, mas também em locais como Jundiaí, no interior de São Paulo, Pelotas, no Rio Grande do Sul, ou ainda Mossoró, no Rio Grande do Norte. Para Boudier, essa vontade de democratizar o evento é uma das missões principais da manifestação. “Utilizamos a tecnologia digital para chegar em todo o país. Colocamos todos os filmes em um mesmo HD, enviamos para essas cidades e permitimos que esse cinema francês vá até onde ele normalmente nunca chega.”

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