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Em turnê europeia, São Paulo Cia de Dança traz leitura do mundo em seus passos

Por Patricia Moribe

A São Paulo Companhia de Dança (SPCD) está em turnê europeia de 45 dias. “Trazemos uma variedade do repertório que mostra a diversidade da dança brasileira, seja através de movimentos criados por coreógrafos internacionais ou brasileiros”, explica Inês Bogéa, diretora da companhia desde a sua criação, há dez anos.

Em Créteil, perto de Paris, as apresentações acontecem até sábado (5) e trazem no programa The Seasons, do canadense Édouard Lock, feita especialmente para o SPCD; GEN, da brasileira Cassi Abranches; e Gnawa, do espanhol Nacho Duato. “Cada obra revela um pouco da capacidade técnica e artística dos bailarinos da companhia”, explica Inês.

Além de trabalhar clássicos e contemporâneos, o SPCD também se interessa por novidades. “A gente procura dar espaço para que coreógrafos do nosso tempo criem obras especiais para os artistas da casa e, com isso, a gente veja um pouco do mundo em movimento, como é que os coreógrafos estão percebendo as questões”, diz a ex-bailarina, que dançou muitos anos na companhia mineira Corpo.

Dança para todos

Inês Bogéa faz uma reflexão sobre os dez anos do SPCD: “Os desafios são cotidianos, tem a ver com a construção da identidade da companhia, o encontro de um repertório capaz de se dançar em pequenos e grandes do mundo, o diálogo com a sociedade. Eu procuro abrir espaço para que a companhia seja de todos nós, que o brasileiro possa se ver reconhecido no nosso trabalho”.

Para lidar com a crise e cortes de orçamento, Inês conta que a solução foram as parcerias. “Foram 160 no ano passado, o que possibilitou 99 espetáculos para uma companhia de 32 bailarinos, em palcos diversos”.

E os projetos não param. Para setembro, Inês Bogéa anuncia uma criação especial para o SPCD da francesa Joëlle Bouvier, com estreia em setembro no Brasil, e em 2019 no teatro Chaillot, o grande templo da dança em Paris.

 

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