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Cineasta Lúcia Verissimo defende a importância da preservação da memória de um país

Por Nina Santos

Em seu documentário "Eu, meu pai e Os Cariocas - 70 anos de música no Brasil", a atriz e cineasta Lúcia Veríssimo revive sete décadas da história brasileira através da música. O filme, que está passando por uma série de festivais internacionais, chega a Milão esta semana, onde será exibido no festival Agenda Brasil. Para a diretora, o filme tem um papel importante para ajudar a manter a memória cultural do país.

Uma parte importante do período retratado no filme acontece durante a ditadura militar brasileira. “É bom lembrar o quanto é difícil ser governado por quem não deveria estar no poder”, diz Veríssimo. Ela defende que o papel dos militares não é o de governar, mas sim o de “guardar” um país. Para ela, hoje há um problema tão sério de segurança no Brasil que as pessoas estão confundindo os papéis.

Em entrevista à RFI, Lúcia contou que a inspiração para o filme veio do seu pai, o maestro Severino Filho, e disse estar muito feliz com a possibilidade de apresentar sua obra para os italianos. “A Itália tem uma forte ligação com a Bossa Nova e com a Música Popular Brasileira em geral”, declarou ela e nos contou ainda que a paixão dos italianos pela música brasileira sempre a impressionou. Sua expectativa neste festival é a de ouvir “de um povo que é tão apaixonado pela música brasileira” o que eles acham da história que ela conta.

O filme já foi exibido na Espanha, Estados Unidos, Canadá, Chile e Brasil, onde participou da mostra It’s all true, o maior festival de documentário da América do Sul. Ele também foi premiado como melhor filme no festival In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical.

 

Eu meu pai e os cariocas Arquivo Pessoal

 

 

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