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Ilustradora Suppa e Miguel Falabella criam canal no Youtube para crianças de todas as idades

Por Silvano Mendes

Foi-se o tempo em que as crianças se contentavam em assistir desenhos animados na televisão. Principalmente diante da oferta crescente de conteúdos dirigidos para a nova geração de internautas. Um dos projetos que vem conquistando os pequenos no Brasil é o Canal da Charlotte, criado no Youtube pela ilustradora e artista plástica Vivian Suppa junto com o ator, diretor e escritor Miguel Falabella.

O projeto nasceu a partir do livro Os Óculos Mágicos de Charlotte, lançado por Suppa pela editora Callis, em 2016. Na obra, a personagem principal – inspirada na filha da autora – consegue, graças ao acessório que dá título ao livro, ver o mundo como deveria ser, e não como ele é. Diante do sucesso, Suppa, amiga de longa data de Falabella, decidiu transformar a história em um desenho animado.

“Conheço Miguel há 20 anos e sempre sonhamos em fazer um projeto juntos. Eu queria que ele escrevesse um livro para eu ilustrar, mas nunca conseguíamos, pois ele trabalha enormemente. Mas quando eu mostrei o livro, ele adorou a ideia”, conta a autora, de passagem por Paris. Desde então, os dois trabalham a quatro mãos e o ator não poupa esforços. Falabella é roteirista, escreve as canções de alguns episódios e faz até a voz de Pelusso, um cachorro meio filósofo que ajuda Charlotte a resolver seus problemas.

A particularidade dos programas, que duram menos de 5 minutos cada, é que as crianças “interagem” com a personagem principal, enviando questões e mostrando problemas nos locais onde vivem. Pois além de ter uma dimensão pedagógica (como nas canções sobre as expressões mágicas: “Com licença, por favor e muito obrigado”), os vídeos tentam desenvolver uma consciência cidadã nas crianças. Em alguns deles, por exemplos, os pequenos internautas denunciam a sujeira nas ruas do bairro.

O Canal da Charlotte tem um programa novo por semana e a autora, que já morou na França, não descarta uma internacionalização do projeto, disponível atualmente apenas em português. “Charlotte já tem um nome francês, então gostaria muito que ela tivesse uma versão francesa”, almeja Suppa.

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