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Esporte COI Corrupção

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COI retira parcialmente sanção contra Comitê Olímpico Brasileiro

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O presidente afastado do COB, Carlos Arthur Nuzman, na sede da Polícia Federal REUTERS/Bruno Kelly

O Comitê Olímpico Internacional (COI) retirou parcialmente nesta terça-feira (31) a suspensão que havia imputado ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB) em decorrência da descoberta do esquema de corrupção envolvendo Carlos Arthur Nuzman, seu então presidente. Uma sanção mais geral continua em vigor.


“O COB terá autorização para permanecer com seus direitos de membro em Comitês Olímpicos Nacionais”, afirmou o COI em seu comunicado. A decisão permitirá aos representantes brasileiros a participação num evento programado em Praga nessa semana.

O comitê executivo do COI afirmou que os representantes do COB tem cooperado de maneira intensa nas últimas semanas. Carlos Arthur Nuzman foi afastado do cargo e Paulo Wanderley Teixeira assumiu a posição como presidente interino.

As autoridades brasileiras também colocaram em ação uma auditoria interna que ainda não encontrou provas de uma conexão entre os crimes de corrupção de Nuzman e as contas do Comitê Olímpico Nacional.

Destino incerto

O COI deixou claro que essa é uma decisão provisória e que nada é definitivo até que as investigações terminem. Por enquanto, o Brasil pode participar de reuniões da Associação dos Comitês Olímpicos Nacionais e da Organização Desportiva Pan-Americana (ODEPA).

As Olimpíadas Rio 2016 foram vistas como bem-sucedidas do ponto de vista da organização, mas as repetitivas revelações de corrupção vêm manchando seu legado.