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Retrospectiva 2018: relembre os principais fatos que marcaram o ano no esporte

Por Stephan Rozenbaum

No nosso último programa do ano, você acompanha uma retrospectiva dos momentos que mais marcaram o mundo dos esportes em 2018. Que começou com recordes sendo quebrados logo no primeiro mês do ano.

Em janeiro, o suíço Roger Federer venceu o croata Marin Cilic na final do Aberto da Austrália e conquistou o 20º Grand Slam de sua carreira.

Em fevereiro, um susto no futebol mundial. Em partida pelo Campeonato Francês, entre o Paris Saint-Germain (PSG) e Olympique de Marselha, o atacante Neymar deixou o gramado aos prantos, carregado em uma maca. Dias depois viria o diagnóstico: o brasileiro tinha fraturado o quinto metatarso do pé e precisaria passar por cirurgia. Tudo isso poucos meses antes da Copa do Mundo.

O mês de maio decretou os campeões europeus. Em Kiev, na Ucrânia, o Real Madrid, que havia derrotado o PSG nas oitavas, venceu o Liverpool por 3 a 1 e garantiu o título da Liga dos Campeões pela terceira vez consecutiva. Pouco tempo depois, o consagrado técnico Zinedine Zidane anunciou que não seria mais técnico do time merengue, acreditando na necessidade de mudança para o bem do clube.

Além da “Champions”, o domínio espanhol se estendeu também para a Liga Europa, onde o Atlético de Madrid superou na final o Olympique de Marselha por 3 a 0.

PSG vence todas as competições da França

O PSG, que decepcionou na Liga dos Campeões, venceu as três competições nacionais: o campeonato, a Copa da França, A Copa da Liga e o Troféu dos Campeões. No dia da conquista da Copa da Liga, com vitória sobre o Monaco por 3 x 0, o capitão Tiago Silva falou aos microfones da RFI sobre a decepcionante campanha na Liga dos Campeões e defendeu o técnico da época, Unai Emery. “Dizem que a culpa é toda dele, mas a culpa também é dele assim como nossa como jogadores. Não é legal apontar o dedo apenas para uma pessoa sendo que todas estavam cientes das dificuldades dessa eliminação”, ponderou.

Em junho, foi a vez de Rafael Nadal voltar a brilhar em Roland Garros. O espanhol defendeu o título masculino de simples conquistado em 2017, aumentando o recorde de vitórias em um único Grand Slam para 11, ao derrotar o austríaco Dominic Thiem.

Copa do Mundo na Rússia

Também em junho, pela primeira vez na história, a Rússia recebia uma Copa do Mundo. No jogo de abertura, os donos da casa golearam a Arábia Saudita por 5 a 0. Já a estreia do Brasil não foi tão empolgante assim. Depois de sair na frente do marcador, os comandados de Tite recuaram e viram a Suíça empatar em 1 a 1.

A Copa do Mundo não terminou do jeito que imaginaram os brasileiros. Nas quartas de final, a Seleção acabou derrotada pela Bélgica e viu o sonho do hexa naufragar. Pior ainda fez a Alemanha. A então campeã acabou eliminada na fase de grupos, atrás de Coreia do Sul, Suécia e México.

O título ficaria com a França, que, por 4 a 2, venceu uma surpreendente Croácia na decisão. O gol que definiu a vitória foi do jovem M’Bappé que se juntou a Pelé ao marcar em uma final com menos de 20 anos.

Volta por cima de Novak Djokovic

Em agosto, Pela primeira vez na história, um tenista completou a série de títulos nos nove Masters 1000, o Golden Masters. Em sua sexta final, o sérvio Novak Djokovic conquistou o torneio de Cincinnati, ao superar o suíço Roger Federer.

Também em agosto, o Brasil foi destaque da Décima edição dos Gay Games realizados em Paris. Jerry Edson da Costa, recordista e campeão sul-americano na marcha atlética, foi o atleta mais premiado da competição, com 7 medalhas. Ele faturou cinco de prata, uma de bronze e uma de ouro. “Fiquei afastado do esporte por 30 anos e voltei em 2015. Para minha surpresa, quando voltei, bati o recorde brasileiro, ganhando o campeonato brasileiro e agora estou no Gay Games”, relatou Jerry, que disputou diferentes modalidades, como 100 metros com barreiras, decatlo, lançamento de dardos, salto com vara, arremesso de peso e salto triplo.

Para ele, os jogos vão atrair cada vez mais participantes. “Essa competição é a mais inclusiva que existe na face da Terra, nem os Jogos Olímpicos tem a inclusão como os Gay Games”, afirmou.

The Best da Fifa

Setembro foi o mês da premiação The Best, da Fifa. Em evento realizado em Londres, o croata Luka Modric levou o prêmio de melhor do mundo pela primeira vez e encerrou o domínio da dupla Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, que se alternaram no topo nos últimos 10 anos. O croata também faturou a Bola de Ouro da revista France Football.

Já a brasileira Marta, que venceu o The Best da Fifa pela sexta vez, viu o cobiçado troféu parar nas mãos da norueguesa Ada Hegerberg, do Lyon da França.

2019 vem mais emoção

Hora de olhar para 2019, ano da Copa do Mundo de futebol feminino. O evento será transmitido pela primeira vez pela TV aberta brasileira. Um reconhecimento que agrada o técnico brasileiro Vadão. “Eu acho ótimo. A gente vive se queixando, no Brasil, que a grande mídia não dá valor ao futebol feminino, então quando chega no mundial ou na Olimpíada, é quando a grande mídia aparece. Então nós precisamos disso. É obvio que a pressão aumenta, mas para nós não importa. Culturalmente o Brasil é um país de muita pressão em cima do futebol, independentemente de ser feminino ou masculino. O masculino sofre uma pressão mil vezes maior do que o feminino. Mas o feminino, nessas ocasiões, também é pressionado”, explicou.

A Copa do Mundo de futebol feminino, que acontece na França, tem o pontapé inicial marcado para o dia 7 de junho de 2019 e a final no dia 7 de julho em Lyon.

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