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Suécia Atentado Estocolmo Terrorismo

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Apesar do atentado, "somos uma cidade aberta", diz prefeita de Estocolmo

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A prefeita de Estocolmo, Karin Wanngård (e) ao lado da vice-prefeita Emilia Bjuggren. RFI/Claudia Wallin

“Estamos tristes. Mas estamos também unidos neste dia em que buscamos retomar nossa rotina de vida, para demonstrar que Estocolmo é uma cidade aberta para todos aqueles que desejam viver em paz e na democracia”, disse à RFI a prefeita da capital sueca, Karin Wanngård


Claudia Wallin, correspondente da RFI em Estocolmo

A via de pedestres onde o ataque perpetrado na última sexta-feira (7) matou quatro pessoas e feriu outras 15 foi reaberta. Em todo o centro da capital sueca, bandeiras ainda tremulam a meio mastro.

Ao longo de toda a Drottningatan (Rua da Rainha), era intenso o movimento de pessoas que ainda tentam superar o trauma provocado pelo ataque. Muitos, a caminho do trabalho, paravam para depositar flores. Outros liam os cartões deixados junto aos memoriais erguidos em respeito às vítimas, antes de seguirem apressados. “O terror não tem religião”, dizia uma das mensagens.

“De alguma forma, queremos que a vida volte ao normal, porque não queremos que o ódio vença. Por isso, sentimos uma espécie de dever de voltar à vida normal”, disse a sueca Jenni Ahltröm.

Carros de polícia foram cobertos por mantos de flores, em sinal de reconhecimento pela rápida ação dos policiais que, fortemente armados, continuam patrulhando a capital.