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Carnaval de Gallipoli, na Itália, valoriza tradições da época do Império Romano

Os italianos são conhecidos em todo o mundo por celebrar o carnaval. A festa em Veneza tem séculos de história, com suas máscaras e fantasias tradicionais. Outro carnaval, na cidade de Viareggio, na Toscana, é famoso por seus enormes carros alegóricos. Já as comemorações da cidade de Gallipoli, no sul da Itália, é célebre por fazer alusão a tradições que datam do Império Romano.

Rafael Belincanta, correspondente da RFI na Itália

O carnaval de Gallipoli, na região de Salento, é vivido mais como uma tradição do que uma grande festa. Não há blocos de rua, como no Brasil, e a música que embala os desfiles não é um samba-enredo, mas vem das bandas que, como nos velhos tempos, dão o ritmo da festa. 

Não há uma multidão que segue o trio elétrico, mas a diversão é garantida pelos personagens que a cada ano encenam o folclore da região do Salento. O protagonista da festa é “Lu Titoru” - uma interpretação que se aproxima do momento do “enterro da tristeza” do carnaval de rua no Brasil

“Lu Titoru” representa um soldado que veio passar o carnaval em Gallipoli e, no afã de degustar seu prato favorito, acaba morrendo sufocado com uma almôndega. O desfile do caixão do Titoru abre alas para o público que, logo atrás, festeja o “luto” vestindo máscaras horripilantes e dançando ao som de nostálgicas marchinhas de carnaval e ritmos tradicionais da região do Salento. 

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