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Emmanuel Macron Grupo Estado Islâmico Vitória Terrorismo Jihadista

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Macron anuncia “vitória militar” iminente contra grupo EI

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O presidente francês, Emmanuel Macron, discursa na base naval em Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos, 9 de novembro de 2017. REUTERS/Satish Kuma

O presidente francês, Emmnuel Macron, disse nesta quinta-feira (9), durante uma visita às tropas francesas em Abu Dhabi, que a vitória total contra o grupo Estado Islâmico na Síria e no Iraque acontecerá nos próximos meses. Ele preveniu, entretanto, que o combate contra o terrorismo não terminou.


Segundo o chefe de Estado francês, que está nos Emirados Árabes durante dois dias, a batalha continua no plano militar em várias regiões, incluindo o Golfo, o sul da Ásia e o Sahel. Cerca de 1.200 militares franceses participam atualmente da operação francesa Chammal, que atua junto à coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos na luta contra o grupo Estado Islâmico.

O grupo EI, que no seu auge controlava um terço do Iraque e da Síria, sofreu uma série de derrotas nos últimos meses das tropas locais e internacionais. Os jihadistas perderam o controle de Raqqa, Deir Ezzor, e das cidades iraquianas de Tal Afar e Haouidja, mas ainda são capazes de cometer ataques no exterior, como o ocorrido recentemente em uma estação de trem em Marselha.

Outra questão comentada por Macron envolve o retorno dos combatentes estrangeiros aos seus países de origem. Cerca de 20 famílias de mulheres francesas que foram para Raqqa pediram, no final de outubro, a Macron para que sejam repatriadas e julgadas na França.

O presidente francês disse que isso dependerá dos “países e das situações”, que serão avaliadas individualmente. “Os adultos serão submetidos à justiça francesa, detidos e julgados. As crianças terão um acompanhamento médico e psiquiátrico”, declarou.

Turquia prende 100 membros do EI

As autoridades turcas prenderam mais de 100 supostos membros do grupo EI, em uma operação realizada em Ancara nesta quarta-feira (8), que envolveu 1.500 policiais. A polícia tinha mandados de busca e apreensão contra 245 supostos membros do grupo.