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"Há uma grande correlação entre música erudita e popular", diz cantora Rany Boechat

Por Márcia Bechara

Ela é carioca, veio do teatro, mas acabou conquistando na França um lugar ao sol no panteão dos cantores, seja de música erudita ou popular. O RFI Convida hoje a cantora Rany Boechat, que se apresenta na 9ª edição do Festival Bossa Nova, na Maison de l’Amérique Latine, em Paris.

(Para ouvir a entrevista na íntegra, clique na foto acima)

"O Festival Bossa Nova foi criado pela associação Jazzonotes, com Christophe Dubuis e Jean-Baptiste Amand, e tem a finalidade de promover a música brasileira aqui na França e na Europa", conta a cantora Rany Boechat.

"Trago um repertório para esta edição realmente voltado para a Bossa Nova. Como haverá uma homenagem a Henri Salvador, a gente vai fazer um paralelo do que acontecia no Brasil nesta época em termos musicais. Vamos lembrar Noel Rosa, que eu gosto tanto, Dorival Caymmi, vai ser uma festa", antecipa Rany, que será acompanhada por Sidney Rodrigues ao violão, conhecido por já ter tocado com a cantora Maria Creuza, e pelo pianista Laurent de Oliveira.

"Existe uma correlação muito grande entre música erudita e popular", lembra a cantora Rany Boechat, que vem de uma formação em música clássica na França. "Sempre uma se inspira da outra, a gente nunca sabe qual veio primeiro", afirma, que adora cantar um repertório variado, desde Bossa Nova e Villa-Lobos até Música Barroca, passando até pelo "forró de Gonzagão".

*Para conhecer a programação da 9ª edição do Festival Bossa Nova, clique aqui.

*Para saber mais sobre a trajetória da cantora brasileira Rany Boechat e acompanhar sua agenda de concertos, basta clicar aqui.

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