rfi

Ouvindo
  • RFI Brasil
  • Último jornal
  • RFI em francês
  • Giuseppe Conte anuncia demissão do cargo de primeiro-ministro da Itália
Economia
rss itunes

Movimento de "coletes amarelos" faz vendas de final de ano despencarem na França

Por Pedro Henrique Antunes

Em Paris, o comércio varejista é o setor que mais sente os impactos dos protestos. A queda nas vendas pode ser medida pelo comportamento dos consumidores. Um terço dos franceses reduziu ou simplesmente desistiu das compras de Natal por causa do fechamento de lojas ou por medo de violência.

Às vésperas do Natal, lojistas, restaurantes e redes de supermercados da capital francesa viram os clientes desaparecerem depois de quatro sábados consecutivos de protestos e confrontos nas ruas de Paris.

Para evitarem saques e depredações, as principais lojas de departamento da cidade – Galeries Lafayette, Le Bon Marché, BHV e Printemps estão preferindo fechar as portas, em meio à época mais importante para o comércio do ano. A famosa avenida Champs-Elysées, local dos principais atos dos "coletes amarelos" na capital francesa, é a região mais afetada.

"Estamos no mês de dezembro, o que corresponde a 25% dos negócios anuais. Até o momento, nós fechamos todos os sábados do mês, o que significa que nós vamos encolher até 5% nas vendas totais do ano", afirmou Edouard Lefebvre, diretor da associação de comerciantes da Champs-Elysées.

O ministro da Economia francês, Bruno Le Maire, considerou a situação como uma "catástrofe para o comércio".

Baixar alíquota máxima do IR seria mais um “presente para os ricos”, diz discípulo de Piketty

No 1º salão após venda à Boeing, Embraer foca em defesa, jatos e inovação

Em meio a cortes na Defesa, governo acerta compra de mísseis europeus por € 200 mi

Cortes do governo Bolsonaro prejudicam agricultura familiar, apontam especialistas na FAO

Brasil não corre risco de “virar uma Argentina”, apesar de confusões de Bolsonaro

Incentivos fiscais fazem doações milionárias à Notre-Dame recaírem sobre o Estado francês

Especialistas em dados e IA são disputados a peso de ouro pelas empresas

Desconfiança sobre investimentos chineses leva a reação internacional

Em crescimento, fundos ativistas viram acionistas para mudar empresas por dentro

Reforma da Previdência agrada mercados, mas pode aprofundar desigualdades