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Maratona de Paris confirma supremacia dos atletas etíopes

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A Maratona de Paris atrai atletas profissionais e amadores do mundo todo, encantados com o percurso que atravessa parte da capital francesa e termina da avenida dos Champs-Elysées, diante do Arco de Triunfo REUTERS/Regis Duvignau

Cerca de 60 mil corredores profissionais e amadores participaram da Maratona de Paris na manhã desse domingo (14). A prova foi marcada pela supremacia dos atletas da Etiópia, que praticamente monopolizaram o pódio.


O termômetro na casa dos 2 graus nessa fria manhã de primavera não desanimou os corredores, que percorreram os 42 quilômetros de belo percurso da prova, que margeia parte do rio Sena e termina na avenida do Champs-Elysées. Com 35% de participantes vindos do exterior, a corrida reuniu esse ano 135 nacionalidades diferentes.

Mas os principais destaques foram os etíopes, com Abrha Milaw cruzando a linha de chegada em primeiro lugar em apenas 2h07’04’’, seguido por seu compatriota Asefa Mengistu e pelo queniano Paul Lonyangata.

Do lado das mulheres, os três primeiros lugares do pódio também foram tomados pela bandeira da Etiópia. Gelete Burka terminou a prova em 2h22’47’’, seguida das compatriotas Azmera Gebru e Azmera Abreha.

Os etíopes Abrha Milaw e Gelete Burka foram os primeiros a cruzar a linha de chegada em suas respectivas categorias. REUTERS/Regis Duvignau

A polêmica dessa Maratona de Paris ficou por conta da francesa Clémence Calvin. A corredora, que ficou em quarto lugar, batendo o recorde da França em provas longas com 2h23’41’’, quase ficou foram da corrida. Suspensa na quarta-feira (10) pela Agência francesa de luta contra o doping (AFLD), acusada de fugir de um controle antidoping, ela acabou sendo autorizada a participar da prova na última hora.