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Após escândalo das próteses PIP, França pede reforço nos controles

Por Kênya Zanatta

Após o escândalo das próteses mamárias defeituosas da empresa francesa PIP, todo o sistema de validação dos produtos de uso médico na França começa a ser questionado. E isso não se restringe ao campo da cirurgia estética, mas diz respeito a toda uma gama de equipamentos que vão de implantes ortopédicos a válvulas cardíacas.

Ao contrário do que acontece com os medicamentos, esse tipo de produto não precisa de uma autorização do governo para ser comercializado. Segundo a diretiva europeia mais recente, de 2007, basta que o produtor realize testes clínicos e obtenha o aval de um dos organismos de certificação que existem na Europa. Regras que a França não considera mais suficientes, como declarou à RFI o médico Dominique Maraninchi, diretor geral da Agência francesa de segurança sanitária dos produtos de saúde.

A União Europeia anunciou nesta quinta-feira que uma revisão da regulamentação europeia dos produtos para uso médico já estava prevista para este ano. Frédéric Vincent, porta-voz do comissário europeu para a saúde e os consumidores, disse à RFI que a intenção é reforçar a rastreabilidade dos produtos. 

Clique em "Ouvir" para conferir a reportagem completa.

 

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