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No Dia Mundial contra a Miséria, sociólogo analisa situação no Brasil

Por Lúcia Müzell

Hoje é o Dia Mundial de Luta contra a Miséria. A data, criada na França em 1987 e oficializada pela ONU em 1992, lembra aos governantes que milhares de pessoas no mundo permanecem sem condições mínimas de vida, como acesso a uma moradia digna, comida e atendimento médico. As definições de miséria variam de país para país.

Na França, uma pessoa é considerada pobre quando vive com menos de 803 euros por mês, 2.130 reais. Atualmente, 8,6 milhões de franceses se encontram nesta situação, um número que aumenta a cada ano. Por isso, Marie-Aleth Grard, vice-presidente da associação que criou o movimento, a ATD Quart Monde, pede que o combate à pobreza seja uma prioridade do governo do presidente socialista François Hollande.

No Brasil, os parâmetros de miséria são bem menos abrangentes: é considerada extremamente pobre a família na qual cada indivíduo tem 70 reais para sobreviver, e mais de 16 milhões e meio de brasileiros se enquadram neste contexto. Mesmo assim, o sociólogo Marcelo Medeiros, professor da Universidade de Brasília e pesquisador do Ipea na área da desigualdade social, afirma que este não é mais o maior problema do país.

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