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Camponeses moçambicanos se opõem a projeto agrário encampado pelo Brasil

Por Gabriel Rocha Gaspar

Nos dias 7 e 8 de agosto acontece a Primeira Conferência Triangular dos Povos, em Maputo. A ideia da cúpula, organizada pela UNAC (União Nacional dos Camponeses de Moçambique) em parceria com diversas organizações civis do Japão e do Brasil, é frear o projeto Pró-Savana, uma parceria entre os governos dos três países que promete reservar 6,8 milhões de hectares da nação africana para o agronegócio.

 

É evidente que a produção local - baseada amplamente na agricultura familiar - precisa passar por uma otimização radical. Afinal, o modelo não permite sequer alimentar a população de quase 23 milhões de pessoas.

Mas, se nem próprio povo moçambicano consegue subsistir com sua agricultura, por que o país abraçaria um projeto de reforma produtiva que visa competitividade no mercado externo? Esta é a pergunta que se fazem os opositores do pró-Savana. Do lado favorável, a questão é: como melhorar a produtividade da rica terra moçambicana e inserir o agronegócio local no competitivo mercado internacional?

O Fato em Foco desta quinta-feira, dia 07 de agosto de 2013, conversa sobre o polêmico plano multinacional com Luis Muchanga, diretor executivo da UNAC, e o cônsul de Moçambique no Brasil, Deusdato Gonçalves.

Ouça no link acima.

 

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