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Maratona de Paris atrai dezenas de corredores brasileiros

Por Lúcia Müzell

Uma das maratonas preferidas dos corredores do mundo inteiro está de volta neste domingo (6). A 38ª Maratona de Paris recebeu cerca de 50 mil inscritos, dentre eles muitos brasileiros, que atravessaram o oceano especialmente para poder participar da competição nas ruas da Cidade-Luz.

O trajeto passa por vários dos principais pontos turísticos da capital francesa: avenida Champs Elysées, praça da Concórdia, museu do Louvre, Bastilha, o rio Sena e a Torre Eiffel, antes da grande chegada diante do Arco do Triunfo. Além de bonito, o percurso na cidade é plano, ideal para os corredores que vão encarar os 42,195 km pela primeira vez.

“Praticamente não tem subidas, por isso é uma prova relativamente fácil de fazer. A temperatura também é considerada ideal para a maratona, por volta de 10 graus. E é maravilhoso correr uma prova em uma cidade como Paris”, relata Flávio Galant Masi, da Biarritz Turismo Sports, que organizou a viagem de 44 maratonistas brasileiros de vários Estados a Paris. “Isso motiva demais as pessoas. Eu, quando terminei a prova na primeira vez, na hora em que cheguei à avenida Foch tive uma sensação de êxtase. A gente se arrepia.”

O advogado paulista Luís Fernando Nakandakari, 34 anos, correu em Berlim no ano passado e agora vai para a sua segunda maratona no exterior. “Estou treinando forte desde o final de novembro do ano passado. A preparação foi superpuxada. Demanda uma baita disciplina”, conta o maratonista. “E como no Brasil era verão, precisávamos começar a correr às 5h30 ou 6h para escapar do calor.”

Falhas de organização

A primeira largada da Maratona de Paris foi em 1976. No ano passado, com 38.690 corredores na linha de chegada, se tornou a segunda maior maratona do mundo, atrás de Nova York. Mas apesar da tradição, o evento falha em alguns pontos na organização, conforme Cesar Oliveira, da MPR, que trouxe mais 29 brasileiros à França.

“Ela poderia ser uma prova muito mais organizada do que é. Ela tem postos de água a cada cinco quilômetros, com garrafinhas, mas esse intervalo poderia ser muito menor, e ser com copinhos, como é em Berlim”, avalia o preparador físico. “Só existe um ponto de isotônico na prova inteira, o que é muito pouco para uma prova de 42 quilômetros. E como tem muita gente na largada, às vezes demora 1h30 para a pessoa começar.”

O recorde da Maratona de Paris data de 2012, de 2h05min10s, marca do queniano Stanley Biwott.
 

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