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Para Eryk Rocha, movimento do Cinema Novo será sempre atual

Por Leticia Constant

O cineasta brasileiro Eryk Rocha arrancou longos aplausos da plateia nesta segunda-feira (16) ao exibir seu filme-ensaio Cinema Novo na seção Cannes Classics.

Ele compete na mostra O Olho de Ouro que compila todos os documentários do festival. Antes da projeção, ao apresentar o filme ao público, ele se emocionou ao falar do Brasil e chegou a mencionar a ditadura, assumindo que o contexto atual o preocupa demais. “Houve uma interrupção democrática”, ele disse.

Sobre o documentário, Eryk quis mostrar a importância desse momento do cinema brasileiro, focando principalmente os anos 60 e utilizando a estética do Cinema Novo, com imagens rápidas, intercaladas, fortemente impactantes. Em paralelo, cenas inéditas revelam a intimidade e a amizade existente entre o grupo de cineastas formado por seu pai, Glauber Rocha, Nelson Pereira dos Santos, Joaquim Pedro de Andrade, Leon Hirszman, Paulo Cesar Saraceni, Carlos Diegues, Ruy Guerra, Luiz Carlos Barreto, Roberto Santos, Rogério Sganzerla.

O documentário Cinema Novo, que vai ser lançado no Brasil em novembro, levou 9 meses para ficar pronto, “o tempo de uma gestação”, brinca Eryk, um trabalho de titã em que foram selecionadas milhares de cenas de arquivos pessoais e de instituições audiovisuais da França, Itália e Brasil.

 

 

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