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Coreia do Norte rejeita resolução do Conselho de Segurança da ONU

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O líder norte-coreano Kim Jong Un rejeitou a decisão da ONU © Reuters

A Coreia do Norte defendeu nesta quarta-feira (15) o lançamento do tiro de míssil realizado no último domingo, denunciando a condenação do teste pelo Conselho de Segurança da ONU.


De acordo com um comunicado da agência oficial do governo, a KCNA, a decisão da ONU “é um questionamento ao direito de um Estado soberano à legítima defesa”.

O texto ainda afirma que a ONU deve “olhar de frente os progressos norte-coreanos e assegurar a posição estratégica do país como uma potência nuclear”. As resoluções da ONU proíbem Pyongyang de desenvolver programas militares ou balísticos.

O Conselho de Segurança condenou por unanimidade o teste do míssil, julgando que se tratava de uma “grave violação” das resoluções do órgão, ameaçando o regime de novas medidas significativas. O lançamento do balístico é considerado como uma provocação ao novo governo americano. O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu uma resposta “firme ao regime de Pyongyang.

Meta é ter território americano ao alcance

Desde o primeiro teste realizado pelos norte-coreanos, em 2006, o regime já foi alvo de seis sanções que não convenceram o líder Kim Jong-Un a abandonar seus projetos militares. Em 2016, o regime norte-coreano realizou dois testes nucleares e lançou cerca de vinte mísseis. O objetivo de Pyongyang é que as armas tenham alcance suficiente para atingir o território americano.