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Paulista alegra pacientes como doutor da alegria em Israel

O empresário paulista Joel Wolff, de 54 anos, buscava uma maneira de se engajar em algum projeto voluntário em Israel, quando viu um anúncio na traseira de um ônibus. Era a propaganda de um curso de “doutores da alegria”, palhaços voluntários que se dedicam a alegrar pacientes em hospitais.

Wolff, que chegou em Israel há dez anos com a mulher e os cinco filhos, não hesitou em se inscrever no curso de seis meses. Há pouco mais de um ano, ele veste um jaleco colorido uma vez por semana para alegrar pacientes no Hospital Laniado, na cidade costeira de Natânia (ao Norte de Tel Aviv).

No hospital, ele tenta colocar um sorriso na boca de pessoas que estão passando por tratamentos médicos. E não são apenas crianças: “Tenho crianças lá de 80 anos, de 5 anos, 6 anos. Quer dizer, eu tenho crianças de todas as idades. Eu sou o tipo da pessoa que sai de casa fantasiado e, se puder alegrar um cara aqui da esquina, eu estou fazendo bem”, diz Joel Wolff.

“Converso no hospital com todo mundo, com os guardas na entrada, com o cara da cafeteria... Quer dizer, eu brinco com todo mundo. A criança te dá uma resposta melhor, mas o adulto... Quando ele está satisfeito, você sente que conseguiu um pouco mais. A criança, só de ver um nariz vermelho já ri. O adulto, você tem que fazer uma coisa a mais para ele rir”, explica o doutor da alegria.

O empresário queria ser mesmo veterinário, mas deixou de lado o sonho para ajudar nos negócios da família. Só agora, com a empresa encaminhada, ele acha tempo para fazer o que lhe dá prazer: ajudar o próximo.

Ser brasileiro é um trunfo

O fato de ser brasileiro é, para ele, um trunfo. Mas sua alegria desde que era pequeno é o fator mais determinante: “Eu sempre fui um cara alegre, um cara contente, digamos assim, o palhaço no meio do pessoal. Acho que o brasileiro é um povo super carismático. Tem um pouco disso. Mas também eu acho que tem um pouco de genética. Não posso falar que é exatamente por ser brasileiro. É uma coisa que vem, que a gente nasce com isso. A pessoa pode trabalhar para ter isso, mas acho que quando nasce é mais fácil”.

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