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Situação dos EUA gera avanços na COP 22, diz brasileira do Greenpeace

Por Adriana Moysés

A ambientalista Ana Toni, diretora do Instituto Clima e Sociedade, uma organização não governamental no Brasil, e também vice-presidente do Conselho Internacional do Greenpeace, vê avanços importantes nas negociações da 22 Conferência do Clima das Nações Unidas (COP22), realizada atualmente em Marrakesh.

Enviada especial a Marrakesh

Para mostrar que estão comprometidos a longo prazo com o tema de mudanças climáticas e com o Acordo de Paris, os Estados Unidos apresentaram na COP22 o compromisso de reduzir em 80% suas emissões de gases de efeito estufa no horizonte de 2050.

Essa foi a maneira que a delegação americana encontrou para atenuar as incertezas geradas pelas declarações de campanha de Donald Trump. O republicano prometeu anular o acordo concluído em 2015 quando chegar à Casa Branca, mas dificilmente conseguirá, em quatro anos de mandato, “queimar” os esforços do restante do planeta no combate ao aquecimento global.

Diante do risco de retrocesso em Washington, a maioria das partes signatárias do Acordo de Paris adotou a posição inversa, reforçando suas ambições na área do clima. Em entrevista à RFI, Ana Toni analisa os avanços da COP22 até o momento.

 

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